segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

CTV assiste: REGENESIS (série)


ReGenesis tem seu foco principal no Dr David Sandstrom, renomado geneticista e chefe dos cientistas do NorBAC, laboratório Canadense de pesquisa médica.

Ele é aficcionado pelo vírus da gripe espanhola, doença que matou milhares de pessoas em 1918.

Na 1ª temporada ele descobre um corpo congelado e enterrado no Alasca que é portador do vírus e colhe amostra para pesquisa. Inadvertidamente ele conta a localização do corpo à um cientista mau caráter que vai até o local, o desenterra e leva o vírus para Denver, no Colorado, e o liberta, matando várias pessoas.

Essa é a sinopse mas não o que retrata o episódio piloto.

Nesse episódio, mostra a equipe do Dr. David correndo contra o tempo para lutar com um vírus que começa a se espalhar, dando início a uma equipe que lidera o departamente contra vírus. Não há o paradeiro do vírus (que age mais rápido que o Ebola).

A série prende atenção e foi essa a grande mentora da produção do mega sucesso Dr. House.

A diferença é que os episódios não são isolados, mas contínuos, dando uma coerência e dando um algo a mais à esperar para o próximo episódio.

Nota: 9

CTV assiste o piloto: PARADOX (série)


No dia 24 do mês de novembro, a emissora BBC lançou um seriado chamado "Paradox"

Nele temos o elemento mais comuns em viagens no tempo:
"Tentar evitar que algo aconteça".

No primeiro episódio temos o Dr. Christian King (Emun Elliott) um físico que no meio de suas análises das manchas solares recebe um download de 8 imagens que fazem parte de um quebra-cabeça de um terrível acidente que irá acontecer.

Na tentativa de evitar que isso aconteça ele entra em contato com a equipe de polícia requisitando um detetive que seja "inteligente", onde o departamento envia a D.I. Rebecca Flint (Tamzin Outhwaite).

No começo Rebecca e sua equipe ficam meio desconfiados, porém com o passar das horas eles começam a perceber que todas as peças do quebra-cabeça são reais.

A série quase se enquadra como um Spin off de Flash Foward, mas passa longe pela tensão relacionada. Minha concepção? Dá de 10 a 0 em Flash F.

Nos seus 55 minutos de episódio piloto, seus 25 iniciais são lentos e totalmente parados. Nada de extrema importancia acontece. Confesso que apenas continuei assistindo porque não havia mais nada para fazer.

Após esses quase dolorosos minutos, a série se torna algo tão bom de se ver que a gente torce para que a mesma não acabe tão rapidamente, dando um ar totalmente de suspense e, algo que poderia ter virado um filme para ser visto nas telonas dos cinemas.

Na verdade, essa não tem absolutamente nada de efeitos especiais ou explosões cinematograficas, e sim, um enredo espetacular, fazendo você quase suar frio ao final do episódio.



Há uma certa precariedade referente a cena arrebatedora no contexto da trama, mas não deixa muuuuuuuuuuuito a desejar.

Sem dúvida alguma, Paradox é uma das poucas séries novas que a CTV vai seguir.

Nota: 8.5

CTV assiste: JOGOS MORTAIS 6 (filme)



Na teoria (e nos planos de Marketing), Jogos Mortais VI (Saw VI, 2009) é o último da série.

"O Jogo Completa Seu Ciclo", diz o anúncio. Mas assim como This is It, o making of do não-show do Michael Jackson, não ficou apenas duas semanas em cartaz conforme prometido, estou disposto a apostar um rim de que a série ainda volta para mais armadilhas, torturas com relógios em frenética contagem regressiva e sangue escorrendo.

O filme começa mais uma vez de onde parou o capítulo anterior, desta vez com o detetive Hoffman (Costas Mandylor) matando um outro agente que investigava as mortes com a marca do Jigsaw (Tobin Bell). E isso já é um problema para uma série, pois mesmo com todos os flashbacks que eles colocam na fita, um pré-conhecimento dos últimos filmes se faz necessário.

Jogos Mortais, enfim, parte para um debate mais politizado, criticando o atual e combalido sistema de saúde dos Estados Unidos. Porém, o faz de uma forma equivocada, traindo seus próprios princípios.

Neste sexto filme, os jogos deixam de ser apenas uma forma de ensinar às pessoas a importância da vida para se tornarem vinganças pessoais. Assim, as mortes deixam de ser consequências dos pecados praticados durante toda uma vida e passam a ser assassinatos.

Mas seguindo o rastro de sangue deixado ao longo destes últimos seis anos, o novo filme continua abandonando o suspense que chamou a atenção lá no começo, partindo para o torture porn. Se você já estava acostumado com membros sendo decepados, prepare-se para entranhas sendo derramadas pelo solo.

E quando falo de tortura não me refiro apenas àquela impressa na tela. A cada ano, ter que ver um novo filme da série é um ato mais dolorido pelo fato do final ter sua reviravolta, vem frequentemente sido meio abandonado.



As atuações são tão falsas quando os litros de sangue derramados a cada novo episódio. Dali, só se salvam Tobin Bell e Shawnee Smith, a Amanda, dois personagens que já morreram há muito tempo e continuam voltando em formatos de flashbacks criados para tentar dar algum sentido à história toda.

Sinceramente, me decepcionei com esse filme. Algumas cenas são boas, mas quando começa, ela acaba.

Nota: 6