
Desde o início do desenvolvimento do game de survival horror Dead Space, a Electronic Arts garantiu que o jogo seria totalmente diferente do que temos hoje no mercado.
Os games desse gênero (que nasceu com Alone in the Dark e se popularizou com Resident Evil) geralmente são criticados por roteiristas e escritores por não terem grande preocupação narrativa, apenas desenvolvimento de cenário e jogabilidade.
Assim, a EA se propôs um desafio: desenvolver um produto que reunisse o melhor desses dois mundos - algo que tivesse uma história bem delineada, com potencial inclusive para que houvesse desdobramento em outras mídias, e ao mesmo tempo fosse um jogo empolgante, com novidades ao setor.
Pois a empresa conseguiu. Acertou ao trabalhar simultaneamente a história em três formatos diferentes:
- uma série em quadrinhos online (por Antony Johnston e Bruce Templeton)
- um DVD animado
- e o próprio jogo (cuja divulgação teve até um trailer por James Waan).
Tudo isso lançado em 2008.
Na trama, seguimos primeiramente a assistir o filme retratando um grupo de mineradores em um planeta distante que descobre um misterioso artefato, onde é trazido para a nave, revelando esse ter dons sobrenaturais.
Sinceramente, já havia assitido animações desse porte no genero de Animes, mangás, entre outros e, digo que em alguns momentos, esqueci que era apenas um desenho de tanta originalidade e boa estória.
Trailer do Filme
A partir desse ponto, tive a curiosidade e correr atrás e conseguir o jogo DEAD SPACE (segmento do desenho).
Trailer do Game
Logo na seqüência, uma pequena equipe é enviada para iniciar operações de reparos e descobrir o que houve. Mas nos primeiros momentos a bordo, o trio faz uma aterradora descoberta: uma infecção alienígena tomou o controle da nave e seus tripulantes.
Já joguei jogos do genero 1ª a 3ª pessoa nesse tema, mas nenhum deles tinha os gráficos, detalhes e trilha sonora tão espetaculares como esse.
O jogo já começa com muita ação onde tive que me acostumar rapidamente com o controle de Isaac Clarke (o rapaz que conduzimos até o final da trama/jogo).
O nível das telas são tão reais que, se mover um objeto em uma sala e você sair da mesma, ir para outro andar, passar de fase e retornar para essa sala, o objeto estará como você deixou. Tudo é extremamente delineado e feito nos mínimos detalher.
Susto é o que não falta. Perdi a conta de quantas vezes pulei na frente do micro.
O jogo é um pouco escuro (jogar durante a noite é o ideal), e se tiver fone de ouvido melhor devido a trilha sonora, que foi lançada em DVD e muito bem apreciada pela crítica.

Poderia ficar falando muitas e muitas coisas sobre o jogo, mas quem gosta ou não de jogar no pc, deve experimentar.
Nota: 10,0
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